Ferramenta manual da loja
Trena, espátula, desempenadeira ou nível: item que o profissional usa todo dia, comprado pelo seu custo de atacado.
Quem sustenta a loja de material de construção não é o morador que reforma o banheiro uma vez: é o profissional que compra toda semana e leva o cliente dele junto. O programa de ponto existe para esse profissional.
Sem cartão de crédito Pronto no mesmo dia O ramo já vem configurado
O ramo
Material de construção tem dois clientes com comportamentos opostos. O consumidor final aparece em obra, compra muito num mês e some por dois anos. O profissional, que é pedreiro, pintor, eletricista, azulejista ou marceneiro, compra toda semana, em várias obras diferentes, e decide onde comprar por conta própria, muitas vezes com o dinheiro do dono da obra.
É o segundo que faz o faturamento e é para ele que um programa de ponto faz sentido. Ele tem três lojas na mesma avenida, todas com o preço parecido, e escolhe por crédito, atendimento e o que ganha por comprar sempre no mesmo lugar. Acumular ponto no nome dele, em compras que ele já faz de qualquer jeito, é o argumento mais concreto que a loja pode dar.
Como funciona
Escolhe o cliente e digita o valor do pedido. Vale para a compra de vinte reais de rejunte e para o carregamento de quinze mil em cimento e areia, sem regra diferente: o percentual faz o trabalho.
Pedreiro, pintor, eletricista, encanador, azulejista, gesseiro e marceneiro entram como etiquetas. É assim que a loja descobre que tem quarenta pintores comprando toda semana e nenhuma recompensa que interesse a eles, e resolve isso em cinco minutos no catálogo.
O profissional acompanha o saldo no celular entre uma obra e outra. Como ele decide onde comprar em cima da hora, com o caminhão na rua, esse número é o que faz o desempate a seu favor.
A conta
Dois por cento já é suficiente aqui, porque o volume é alto: o profissional acumula cento e oitenta reais em recompensa no ano sem você mexer numa vírgula da tabela de preços. Percentual maior que isso, em ramo de margem apertada, sai caro rápido.
por visita
do mesmo cliente
com você, no ano
a 2% do valor
O percentual é seu, e muda quando você quiser. Os números acima são um exemplo de material de construção, não uma promessa: quem define quanto da compra vira ponto, quanto vale o ponto e o que entra no catálogo é o administrador da empresa, na própria tela de ajustes.
Recompensas
Trena, espátula, desempenadeira ou nível: item que o profissional usa todo dia, comprado pelo seu custo de atacado.
Para quem compra muito, abatimento em reais é a recompensa mais direta e a mais fácil de administrar.
Luva, óculos, botina ou capacete. Custa pouco, é exigido em obra e é sempre bem recebido.
Custa o frete que você já paga e resolve o maior incômodo do profissional, que é carregar material.
Recompensa de valor alto para quem acumula muito, e o profissional a leva para todas as obras dele.
Comprado em lote, e o profissional usa em obra, na frente do dono e dos colegas.
A recompensa é da sua empresa, do começo ao fim. Você escolhe o item, define o preço em pontos e entrega no seu balcão. A pontu.club não vende, não estoca, não entrega e não garante recompensa nenhuma: ela registra a compra, faz a conta do ponto e mostra o saldo ao cliente.
Campanhas
A loja abre cedo e o profissional passa antes de subir para a obra, mas o balcão só enche depois das nove. Um multiplicador das sete às nove concentra o atendimento onde há gente para atender, e desafoga o meio da manhã.
O profissional que compra toda semana com você não olha a loja do concorrente. A meta é o que atravessa a obra em que ele estaria mais perto do outro fornecedor.
Campanha aqui premia por critério objetivo, como multiplicar o ponto num período ou bater uma meta de compras. Não há sorteio, número da sorte nem ranking premiado na plataforma: a Lei 5.768/71 exige autorização federal para distribuir prêmio por sorte, e quem usa a pontu.club não precisa entrar nesse caminho.
Já vem pronto
Ao criar a empresa você escolhe o ramo e estas etiquetas já entram no cadastro. Elas separam quem compra o quê, e é com elas que o painel responde qual serviço traz gente de volta. Dá para editar, remover e criar outras a qualquer momento.
Perguntas
De quem você cadastrar como cliente, e a escolha é sua. A prática mais comum é acumular no nome do profissional, porque é ele que escolhe a loja e volta toda semana. O importante é a regra estar escrita no seu regulamento e ser a mesma para todos.
Não. O desconto sai da margem de toda venda, inclusive da que ele faria de qualquer jeito, e ele para de ser percebido no segundo mês. O ponto só vira custo depois de o profissional ter comprado várias vezes, e o custo é o de um item que você compra no atacado.
Dá, porque o registro é do valor da venda, no momento em que você quiser lançar. Lojas que faturam a prazo costumam lançar no fechamento do pedido, para o ponto aparecer junto com a entrega.
Dá. O plano Rede cobre até cinco unidades com catálogo, campanha e relatório consolidados, e o cliente vê um saldo só, não importa em qual delas comprou.
Não. O percentual da venda que vira ponto e o valor do ponto só aparecem para o administrador da conta. A equipe vê quanto o cliente vai pontuar naquela compra, o suficiente para atender, e o bloqueio é no servidor, não apenas na tela.
Outros ramos
São catorze dias completos, sem cartão de crédito, com o ramo material de construção já escolhido no cadastro. Depois do teste, a partir de R$ 79 por mês no plano anual. Se não fizer sentido, é só não continuar.