Café expresso ou coado
A recompensa óbvia, e a de menor custo de insumo do balcão inteiro.
Cafeteria é o ramo de maior frequência que existe: tem cliente que passa cinco vezes por semana. Com esse ritmo, o programa não precisa ser generoso para ser sentido, precisa ser fácil de registrar na fila da manhã.
Sem cartão de crédito Pronto no mesmo dia O ramo já vem configurado
O ramo
O cliente de cafeteria é o mais frequente do varejo e o menos fiel por natureza: ele compra onde estiver passando. Duzentas visitas por ano com a mesma pessoa é um número possível aqui e em quase nenhum outro lugar, e é o que faz um percentual pequeno virar recompensa de verdade em poucas semanas.
O detalhe que decide tudo é o tempo de registro. Na fila das oito da manhã ninguém aceita esperar meio minuto por causa de ponto, então o programa tem de ser dois toques no mesmo aparelho onde o atendente já está. É por isso que aqui não há cartão para procurar na carteira nem aplicativo para o cliente abrir na hora de pagar.
Como funciona
Escolhe o cliente na lista e digita o valor, no celular ou no computador do balcão. Quem já é do dia a dia aparece nos primeiros nomes da busca, então na prática é digitar duas letras e o valor.
Quem leva o café e o pão de queijo acumula mais que quem leva só o expresso, sem você precisar de duas regras. Cartão de carimbo trata os dois igual, e é por isso que ele sempre premia o cliente errado.
O saldo fica no celular do cliente, e é o que faz ele andar mais uma quadra para tomar o café com você em vez de na padaria do caminho. Numa compra de dez reais, essa é a única diferença que existe.
A conta
Seis por cento parece muito e não é: o ticket é pequeno, então a conta do ano inteiro dá menos do que uma semana de faturamento desse mesmo cliente. Café é o ramo em que a frequência faz o trabalho que a generosidade faria nos outros.
por visita
do mesmo cliente
com você, no ano
a 6% do valor
O percentual é seu, e muda quando você quiser. Os números acima são um exemplo de cafeteria, não uma promessa: quem define quanto da compra vira ponto, quanto vale o ponto e o que entra no catálogo é o administrador da empresa, na própria tela de ajustes.
Recompensas
A recompensa óbvia, e a de menor custo de insumo do balcão inteiro.
Vale mais na cabeça do cliente e continua custando pouco em leite e grão.
Item de vitrine que vende melhor depois de o cliente provar uma vez.
Sai pelo seu custo e leva a sua marca para a cozinha do cliente, onde ela é lembrada todo dia.
Serve para apresentar o almoço leve a quem só vai de manhã.
Item comprado em lote, alto valor percebido, e anda pela cidade com o nome da cafeteria.
A recompensa é da sua empresa, do começo ao fim. Você escolhe o item, define o preço em pontos e entrega no seu balcão. A pontu.club não vende, não estoca, não entrega e não garante recompensa nenhuma: ela registra a compra, faz a conta do ponto e mostra o saldo ao cliente.
Campanhas
A cafeteria fatura na primeira hora e no almoço, e fica com o salão vazio no meio da tarde, pagando barista e aluguel. Um multiplicador só nesse período cria um segundo pico sem tocar no preço do café da manhã.
Aqui a meta não é sobre valor, é sobre hábito: quem passa dez vezes num mês parou de decidir onde toma café. O bônus é para atravessar o primeiro mês, que é quando o hábito se forma.
Campanha aqui premia por critério objetivo, como multiplicar o ponto num período ou bater uma meta de compras. Não há sorteio, número da sorte nem ranking premiado na plataforma: a Lei 5.768/71 exige autorização federal para distribuir prêmio por sorte, e quem usa a pontu.club não precisa entrar nesse caminho.
Já vem pronto
Ao criar a empresa você escolhe o ramo e estas etiquetas já entram no cadastro. Elas separam quem compra o quê, e é com elas que o painel responde qual serviço traz gente de volta. Dá para editar, remover e criar outras a qualquer momento.
Perguntas
O registro é escolher o cliente e digitar o valor, e a busca acha pelas primeiras letras do nome ou pelo telefone. Para o cliente de todo dia isso são dois toques. Se ainda assim a fila estiver crítica, o caminho que as cafeterias usam é registrar enquanto a bebida é preparada, e não no momento de cobrar.
O cartão trata o cliente de três reais igual ao de vinte e cinco, e some do bolso sem você saber quantos existem. Além disso ele não diz nada: com o programa no sistema você vê quem parou de vir, o que cada um consome e quanto a última campanha moveu de verdade.
Vale, se as duas estiverem na mesma conta. O plano Rede cobre até cinco unidades com catálogo e relatório consolidados, e o cliente que trabalha perto de uma e mora perto da outra passa a usar as duas.
O registro é do valor da compra, então o pedido que você mesmo fatura entra normalmente. Pedido que chega por aplicativo de terceiro costuma não trazer o cliente identificado, e nesse caso o caminho é usar a embalagem para convidar quem recebeu a se cadastrar no seu clube.
A diferença está em quem paga o preço cheio. Desconto reduz a margem de toda venda, inclusive a de quem já ia comprar. Ponto só vira custo quando o cliente volta as vezes necessárias, e o custo é de um item cujo insumo você controla.
São catorze dias completos, sem cartão de crédito, com o ramo cafeteria já escolhido no cadastro. Depois do teste, a partir de R$ 79 por mês no plano anual. Se não fizer sentido, é só não continuar.